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Aluguel de roupas de bebê: jeito econômico de poupar recursos

20 de Janeiro de 2020,11h00

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Esse conceito já é bastante popular nos Estados Unidos e Europa. No Brasil algumas lojas e-commerces já estão se destacando. Foto: Pixabay / TerriC

Quem tem criança em casa sabe que elas crescem num piscar de olhos. E nessa mesma velocidade as roupinhas dos pequenos, que podem ainda nem ter sido usadas, acabam sendo perdidas. Foi pensando em facilitar a vida dos pais e evitar o desperdício de recursos ambientais que a empresa alemã Tchibo desenvolveu uma plataforma para aluguel de roupas infantis.

A iniciativa, batizada de Tchibo Share, funciona assim: ao invés de comprar, o cliente pode alugar diferentes peças de acordo com o tamanho do bebê. O sistema funciona no modelo P2P (negócio que permite a conexão direta entre as pessoas), bastante utilizada pelas já conhecidas Airbnb e Uber.

A organização também oferece vestuário para gestantes e acessórios que vão desde brinquedos até artigos de roupa de cama. A locação dos itens dura 30 dias e, após esse prazo, as peças são devolvidas à companhia para que sejam higienizadas e o ciclo de partilha possa ser reiniciado. A taxa para o aluguel varia de 2 a 6 euros por mês, valor bem mais baixo do que a compra de peças novas.

Esse conceito de comércio tem se espalhado ao redor do mundo. As companhias Plum, dos Estados Unidos, e a Lütte-Leihen, da Alemanha, estão sendo as pioneiras em divulgar a ideia de economia circular em seus países. Aqui no Brasil, alguns novos e-commerces já estão se destacando, como o Etiqueta Única e a Não Cabe Mais, que trabalham da mesma maneira e entregam em todo o país. Além de ser uma grande vantagem no bolso do consumidor, a atitude reduz os impactos ambientais e o acúmulo de resíduos no meio ambiente.

Fontes: Hypeness, Revista Crescer, The Greenest Post

Texto produzido em 23/08/2019

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