17 de Janeiro de 2023,14h00
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A startup brasileira Green Mining é uma das representantes brasileiras no Fórum Econômico Mundial. O encontro começa nesta segunda-feira, 17, em Davos, Suíça.
Pioneira em logística reversa inteligente, a empresa já reciclou cinco milhões de quilos de embalagens e vem se consolidando como referência para o setor no país.
Nesta edição do Fórum, o tema “Cooperação em um Mundo Fragmentado” chama atenção para os desafios globais mais urgentes, vinculados às pautas econômicas e de sustentabilidade ambiental.
"Nossa proposta é ofertar uma solução simples que cumpre um propósito de responsabilidade social, ambiental e econômica, colaborando com o meio ambiente e reduzindo a exploração de recursos naturais e emissões de gases de efeito estufa", disse o presidente da startup, Rodrigo Oliveira, ao portal Ecoa do UOL.
A Green Mining já foi campeã mundial de negócios verdes da Climate Ventures e foi premiada por duas vezes, em duas categorias, no Ranking 100 Open Startups, (CleanTechs em 2021 e CityTechs em 2022).
Ainda segundo o Ecoa, Oliveira participará de dois painéis no evento. Ambos serão transmitidos online e gratuitamente pela plataforma do evento.
Como funciona a Green Mining
Através de um algoritmo exclusivo, a startup faz o mapeamento de pontos de geração de resíduos pós-consumo.
Em áreas onde é identificada uma quantidade grande de lixo reciclável, é instalada uma central de recebimento batizada de HUB. Nela, o material coletado fica armazenado antes de seguir para a destinação final.
Todo o material é pesado em cada etapa do processo e registrado no sistema da Green Mining, que vai garantir que tudo o que foi coletado seja corretamente destinado à reciclagem.
Desta forma, a empresa obtém o rastreamento total de origem, trajeto e destino, com segurança de tecnologia blockchain operada com smart contract.
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