29 de Agosto de 2018,00h00
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Já é conhecido que o acumulo de plástico é o principal inimigo do meio ambiente e que garantir as melhores práticas e soluções para esse material são sempre bem-vindos. Porém, deve-se colocar na balança o quanto a reutilização do plástico pode ser benéfica ou prejudicial. Pesquisa da Universidade de Calgary, no Canadá, analisou 76 amostras de garrafas de água que foram usadas por alunos do ensino básico durante alguns meses, sem que eles lavassem o material ao longo do tempo.
O resultado apontou que dois terços das amostras continham níveis bacterianos acima do aceitável e dez garrafas continham coliformes fecais em quantidades acima do recomendado.
E se lavarmos a garrafinha, melhora? De acordo com a pesquisa, as bactérias são resistentes e não adianta passar uma água e um sabão.
Outro resultado intrigante foi a presença de Bisfenol A (BPA), composto presente no plástico das garrafas, na urina dos usuários. Lavar a garrafinha com água quente é pior, pois o BPA se desprende mais rápido. Essa substância é usada na composição das garrafas plásticas brasileiras e alguns países já proibiram o uso desse componente por causar problemas hormonais.
O aconselhável pela pesquisa é preferir garrafas de vidro ou de aço inoxidável.
Fonte: Catraca Livre
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