10 de Novembro de 2023,15h00
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Cientistas vinculados à União Europeia afirmaram na última quarta-feira (8) que 2023 deve ser o ano mais quente em 125 mil anos.
Recentemente, a mesma equipe de pesquisa já havia revelado que o último mês de outubro foi o mais quente já registrado na história.
Vale destacar que as anomalias do clima são resultado das emissões de gases do efeito estufa por décadas, com reforço do fenômeno El Niño, que aquece as águas do Pacífico e altera o padrão climático em parte do planeta.
Outra informação importante que coloca o El Niño como potencializador do aquecimento global é o fato de 2016, outro ano com surgimento do fenômeno, ter sido o mais quente já registrado até então.
Assinado em 2015 por 195 países membros da Convenção da ONU sobre Mudança do Clima, o Acordo de Paris tem como objetivo limitar o aquecimento global a no máximo 2°C acima dos níveis pré-industriais.
E de acordo com o texto final do documento, a reciclagem é uma das ferramentas mais importantes para alcançar essa meta.
Mas como assim, Recicla? O que tem a ver reciclagem com aquecimento global?
De saída, a fabricação de materiais reciclados consome menos energia e, portanto, emite menos gases de efeito estufa do que a produção de matérias-primas virgens.
Além disso, a reciclagem reduz o volume de resíduos enviados para os aterros sanitários, o que também contribui para a redução das emissões desses gases, diretamente responsáveis pelo aquecimento global.
Ou seja, a reciclagem do lixo evita uma parte significativa dos processos de produção da indústria moderna.
Portanto, ao separar o lixo em dois (comum x reciclável) você ajuda diretamente no combate ao aquecimento global.
Por isso, a gente gosta sempre de dizer que cada um de nós carrega uma responsabilidade histórica e cada gesto, por mais simples que pareça, faz a diferença.
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