28 de Junho de 2023,15h00
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De acordo com a ONU, a crise do lixo eletrônico demanda mudanças urgentes nos processos industriais e nos hábitos de consumo da população.
No Brasil e na América Latina, a logística reversa desse tipo de resíduo vem ganhando força a cada ano, mas as taxas de reciclagem permanecem inexpressivas.
Estimativas da entidade indicam que menos de 5% do que é gerado no continente é reciclado.
O avanço tecnológico e o consumo desenfreado de celulares, computadores, TVs e outros dispositivos resultou em um impacto ambiental sem precedentes.
Ainda segundo a ONU, o mundo deve gerar mais de 70 milhões de toneladas de lixo eletrônico por ano até 2030.
O descarte inadequado desses aparelhos resulta na liberação de substâncias tóxicas, como metais pesados e produtos químicos, que contaminam o solo, a água e o ar.
Essa contaminação afeta a flora e a fauna, levando ao desequilíbrio nos ecossistemas.
Todos os aparelhos eletrônicos podem ser reciclados e o eletrolixo muitas vezes contém metais nobres e valiosos.
Um exemplo é o ouro presente nos telefones celulares. Também é possível extrair prata, cobre e zinco.
Isso sem contar o plástico das capas protetoras de aparelhos, consoles, computadores e eletrodomésticos em geral.
Os pontos de coleta de lixo eletrônico na cidade de São Paulo você encontra no site do Recicla Sampa
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