06 de Setembro de 2023,15h00
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O governo da Nova Zelândia anunciou na última semana que vai proibir a distribuição de sacolas plásticas de uso único em supermercados.
Apesar deste tipo de proibição ser uma tendência mundial já presente em legislações municipais e estaduais do mundo, pela primeira vez uma lei proíbe o material em um país inteiro.
Em 2019, a Nova Zelândia já havia eliminado mais de um bilhão de sacolas plásticas com a proibição inicial, que não incluía aquelas “fininhas”, que usamos para embalar frutas e legumes.
A partir de agora, a expectativa é retirar de circulação mais de 150 milhões de sacos plásticos todos os anos. Para se ter uma ideia, são 17 mil sacolas plásticas por hora a menos.
Aqui no Brasil, alguns estados já proíbem as sacolinhas e obrigam os estabelecimentos a distribuírem ou venderem aos consumidores sacolas de bioplástico.
Mas na Nova Zelândia este tipo de material também será proibido. Afinal, vimos recentemente em uma reportagem do Recicla que eles não são uma opção tão sustentável quanto dizem seus entusiastas.
Na capital paulista, está em debate um projeto de Lei do vereador Xexéu Tripoli (PV) que propõe proibir a venda e distribuição gratuitas dos saquinhos plásticos no município.
E desde o mês passado, uma campanha capitaneada pela ONG Oceana busca pressionar a classe política brasileira por uma legislação nacional que proíba os plásticos de uso único no país.
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