06 de Novembro de 2024,10h00
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A pesquisa Resíduos Eletrônicos no Brasil 2023 revela que um em cada quatro brasileiros descarta resíduos eletrônicos no lixo reciclável.
Essa prática compromete a logística reversa de pilhas, baterias e eletrônicos no país, além de representar uma séria ameaça ao meio ambiente e à saúde pública.
Para se ter uma ideia do tamanho do problema, em 2022 aproximadamente 14 bilhões de quilos de lixo eletrônico foram descartados inadequadamente em todo o mundo.
Uma quantidade impressionante que evidencia a necessidade urgente de conscientização sobre a forma correta de jogar fora esses materiais, que contêm substâncias tóxicas capazes de contaminar o solo e os recursos hídricos.
Especialistas alertam que componentes como baterias e placas de circuito podem liberar elementos perigosos nos ecossistemas e as consequências vão além da poluição, com impactos diretos na saúde humana e potencial para causar doenças graves.
É tudo o que vai na tomada, usa pilha ou bateria.
Entram na categoria de lixo eletrônico: geladeiras e freezers, microondas e cafeteiras, torradeiras e ventiladores, computadores e celulares, controles remotos e cabos, chapinhas e secadores de cabelo, brinquedos infantis, entre outros exemplos.
Todos os aparelhos eletrônicos podem ser reciclados e o eletrolixo muitas vezes contém metais nobres e valiosos. Um exemplo é o ouro presente nos telefones celulares.
Também é possível extrair prata, cobre e zinco. Isso sem contar o plástico das capas protetoras de aparelhos, consoles, computadores e eletrodomésticos em geral.
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