Ambev investe em embalagens feitas com palha de milho

25/08/2021

Imagem - Embalagens desenvolvidas com biofilme da GrowPack. Foto: Divulgação

Embalagens desenvolvidas com biofilme da GrowPack. Foto: Divulgação

Multinacional brasileira, a Ambev decidiu testar embalagens produzidas com biofilme à base de resíduos agrícolas como a palha de milho em alguns de seus produtos.

A iniciativa é fruto de uma parceria firmada entre a gigante do ramo de bebidas e a GrowPack, startup que tem o propósito de idealizar embalagens com um ciclo de vida completamente sustentável.

O projeto piloto está previsto para ser lançado ainda em outubro deste ano e vai apresentar os novos recipientes para o público em alguns pontos de venda de São Paulo.

A ideia é validar as novas embalagens com os consumidores e em caso de sucesso, preparar a produção em larga escala para 2022.

O material utilizado na fabricação é similar ao papelão, mas é mais funcional. Ele pode ir, por exemplo, para o microondas, forno e freezer.

As caixas também são compostáveis e podem ser descartadas no lixo reciclável junto com outros papéis.

Além disso, sua produção consome 80% menos água, reduz pela metade as emissões de gás carbônico (CO2) e economiza 25% de energia quando comparada ao papel cartão.

Em 2020, a GrowPack participou da segunda edição do programa Aceleradora 100+, promovido pela Ambev, e recebeu R$ 12 milhões em incentivo para pesquisas.

Esse investimento inclui os esforços da companhia para adotar metas mais sustentáveis até 2025, como ter 100% das embalagens retornáveis ou feitas majoritariamente de conteúdo reciclado.

Texto produzido em 25/8/2021

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