Brasil pode ser potência mundial em Economia Circular, diz CNI

03/06/2022

Para a Diretora de Relações Institucionais da Confederação Nacional das Indústrias, Mônica Messenberg, o Brasil pode se transformar nos próximos anos em uma potência mundial em economia circular.

Segundo a executiva, são muitas as nossas vantagens em relação aos demais países: abundância de recursos naturais e maior biodiversidade do mundo, indústria diversificada e amplo mercado consumidor, além de um corpo científico bastante qualificado.

Apostando nisso, a CNI incluiu a economia circular como um dos pilares da estratégia de baixo carbono do setor industrial brasileiro. Os outros pilares são a conservação florestal, a transição energética e a precificação de carbono.

“Para transformar as vantagens do país numa alavanca para o desenvolvimento sustentável, é preciso políticas públicas e um sistema de governança que impulsionem a economia circular. Tudo isso vinculado à estratégia de neutralidade de carbono”, opina Mônica.

ECONOMIA CIRCULAR

E se os produtos de hoje se tornassem os recursos de amanhã? Essa é a pergunta que a economia circular procura responder.

Imagine a lâmpada que oferece luz na sua casa: ela passa por um processo de produção, depois de consumo e, por fim, é descartada em um aterro sanitário, seguindo a lógica da economia linear.

A proposta desse novo modelo econômico é que essa lâmpada retorne ao seu produtor e que seja reaproveitada de alguma maneira, evitando assim a geração de resíduos e o impacto ambiental.

Em resumo, o objetivo da economia circular é gerar uma gestão mais eficiente dos recursos naturais, ou seja, manter produtos, componentes e materiais em seu mais alto nível de utilidade e valor, dentro de um escopo econômico de desenvolvimento sustentável.

Texto produzido em 3/6/2022

Imagem - Confederação coloca circularidade econômica como pilar da estratégia de baixo carbono. Foto: Divulgação

Confederação coloca circularidade econômica como pilar da estratégia de baixo carbono. Foto: Divulgação

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