28 de Agosto de 2026,08h00
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Representantes do governo, da indústria e do setor de resíduos se reuniram nesta semana em São Paulo para discutir os caminhos necessários para acelerar a economia circular no Brasil e ampliar a capacidade do país de manter materiais e recursos por mais tempo nos ciclos produtivos.
O debate aconteceu na segunda-feira (24), durante o II Seminário de Economia Circular, realizado na sede da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), na Avenida Paulista.
O encontro também contou com representantes da Cetesb, do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), da Associação Brasileira de Resíduos e Meio Ambiente (Abrema) e da academia.
Entre os temas discutidos estavam políticas públicas, mecanismos de financiamento, inovação, gestão de resíduos, integração entre poder público e iniciativa privada e formas de ampliar a escala das iniciativas de circularidade já existentes no país.
Na prática, avançar na economia circular significa romper gradualmente com o modelo baseado em extrair matérias-primas, fabricar, consumir e descartar.
No caso dos resíduos, isso passa pela redução da geração, pelo reúso, pela reciclagem e pela criação de condições para que os materiais recuperados consigam retornar à indústria.
Ampliar a coleta seletiva, fortalecer a logística reversa, criar mercados para matérias-primas recicladas, financiar infraestrutura e desenvolver produtos pensados desde a origem para permanecerem no ciclo produtivo estão entre as medidas necessárias para aumentar a circularidade.
O próprio governo federal inclui esses instrumentos entre as estratégias para o desenvolvimento da economia circular no país.
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