05 de Junho de 2025,10h00
Veja outros artigos relacionados a seguir
Nem só de latinhas vive a reciclagem do alumínio. Em São Paulo, cooperativas de materiais recicláveis reforçam que outros itens compostos do mesmo material também devem ser destinados à coleta seletiva.
Papel alumínio, marmitex, bandejas, assadeiras e embalagens de aerossol entram nessa lista.
Mas atenção: esses resíduos só têm valor quando chegam limpos às esteiras de separação!
O alumínio, embora 100% reciclável, perde a chance de retorno à cadeia produtiva se estiver sujo com restos de comida, gordura ou produtos químicos.
Além disso, recicláveis sujos podem contaminar outros materiais e atrair pragas urbanas, como baratas, ratos e moscas.
Isso compromete a saúde dos trabalhadores nas centrais de triagem e aumenta o desperdício de recursos que poderiam ser reaproveitados pela indústria.
Portanto, a recomendação das cooperativas é clara: se não for possível higienizar a embalagem, o destino deve ser o lixo comum.
Leia mais
Resultado dos últimos três meses reflete aportes da Lei de Incentivo à Reciclagem
Resíduos de saúde não podem ser descartados no lixo comum ou reciclável
Apenas 192 das cerca de quatro mil organizações participam da logística reversa no país
Levantamento aponta índice de 31,4% e destaca participação das cooperativas no setor