Recicla Sampa - Brasileiros criam gesso com resíduos de cana-de-açúcar e beterraba
Recicla Sampa
sp156

Para esclarecer dúvidas sobre os serviços de coleta domiciliar de resíduos sólidos, limpeza urbana e varrição pública entre em contato com o 156 ou clique aqui.

Brasileiros criam gesso com resíduos de cana-de-açúcar e beterraba

Veja outros artigos relacionados a seguir

Foto1
Os empreendedores garantem que a invenção é melhor do que o gesso tradicional, pois tem um design arejado, o que deixa o produto mais higiênico. Foto: Razões para Acreditar

O gesso é uma imobilização ortopédica criado há mais de 150 anos e até hoje é um dos métodos mais usados no mundo para casos de fratura. O problema é que o material que o constitui é de sulfato de cálcio e precisa ser extraído da natureza. Porém, dois brasileiros do Rio Grande do Norte mudaram essa realidade. O fisioterapeuta Felipe Neves e o biomédico Hebert Costa criaram um plástico biodegradável feito com resíduos de cana-de-açúcar, milho e beterraba.

Para ter uma utilização ortopédica, o bioplástico é colocado em uma impressora 3D e passa a ter o formato dos tradicionais gessos. Como o material é “termomoldável”, em contato com a água a 50 o C, a imobilização se ajusta anatomicamente na parte fraturada do paciente.

Os empreendedores garantem que a invenção é melhor do que o gesso tradicional, pois tem um design arejado, o que deixa o produto mais higiênico, resistente, à prova d’água e não causa alergia, o que traz praticidade, conforto e liberdade para a pessoa.

“O nosso objetivo é produzir imobilizadores para todas as articulações do corpo e estar presente mundialmente, levando uma solução acessível a todas as classes”, comenta Hebert Costa, cofundador e CPO da Fix it, nome dado à criação.

Há mais de dois anos atuando na área de saúde, a Fix it fabricava os produtos em larga escala, nos tamanhos P, M e G. Hoje, com um novo modelo de negócio, a empresa permite que seus clientes imprimam em suas impressoras 3D os gessos de acordo com o tamanho do membro fraturado do paciente. Dessa maneira, a tecnologia hospitalar preza por um consumo consciente e sustentável.

Fonte: Portal Hospitais Brasil

Texto produzido em 06/03/2020


Últimas

Notícias

Brasil ainda convive com mais de 1.600 lixões a céu aberto

Tema voltou à pauta nesta semana durante uma reunião em Brasília

02/07/2026
Notícias

Escola Lixo Zero promove imersão prática para educadores em SP

Formação impulsiona avanço da sustentabilidade e da educação ambiental nas escolas do país

30/06/2026
Notícias

Vila Mariana lidera ranking da coleta seletiva em São Paulo

Levantamento destaca bairros com mais recicláveis coletados durante maio de 2026

25/06/2026
Notícias

O plástico como paisagem permanente das praias brasileiras

Estudo da Ecosurf mostra avanço da poluição em áreas frequentadas por surfistas

23/06/2026