11 de Maio de 2026,10h00
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Apesar de fazer parte da rotina de milhões de brasileiros, a embalagem da pasta de dente ainda gera dúvidas na hora do descarte.
Isso porque o tubo utilizado pela maioria das marcas é composto por diferentes camadas de plástico e alumínio, característica que dificulta a reciclagem.
Por outro lado, as tampinhas possuem reciclabilidade e o principal destino recomendado é a doação para campanhas socioambientais e iniciativas solidárias.
Produzidas normalmente em polipropileno (PP), material com alto potencial de reaproveitamento, as tampas ajudam projetos voltados ao apoio de ONGs, tratamentos médicos, proteção animal e ações de educação ambiental.
Em São Paulo e em diversas cidades brasileiras, esse tipo de resíduo também contribui para a geração de renda de cooperativas e organizações que atuam na cadeia da reciclagem.
Caso a doação não seja possível, o material deve seguir para a coleta seletiva de forma adequada.
Vale lembrar que objetos pequenos não devem ser descartados soltos no saco de recicláveis, já que eles costumam se perder durante os processos de triagem manual e mecanizada.
A orientação é armazenar as tampinhas em garrafas PET, potes ou sacos separados antes do descarte. Dessa forma, o material permanece agrupado, facilita a identificação nas centrais de triagem e aumenta as chances de reciclagem.
Além de evitar perdas, a atitude fortalece a economia circular e valoriza o trabalho dos catadores e das cooperativas, responsáveis por grande parte do material reciclado no Brasil.
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